Pesquisa aponta Eduardo Braide disparado na frente como candidato do povo a prefeito de São Luís

O deputado Eduardo Braide tem no vereador Cézar Bombeiro, um dos grandes defensores da sua candidatura a prefeito de São Luís

De nada tem adiantado o governador Flavio Dino e o prefeito Edivaldo Holanda júnior a pandemia do covid-19 para se promoverem fazendo política para favorecer a cooperativa de candidatos, com que pretendem se manter na administração da prefeitura de São Luís, para a infelicidade da população. Felizmente a população despertou do sono letárgico, das promessas frustrantes e dos casos em a administração pública é desprovida de um mínimo de transparência.

O governador, o prefeito e os demais assessores subservientes, tinham a plena e convicta certeza, que com as obras improvisadas na capital e a oposição de Flavio Dino ao governo federal através do Consórcio de Governadores do Nordeste, eles destruiriam a candidatura de Eduardo Braide e colocariam no contexto da disputa eleitoral pelo executivo municipal, seus candidatos da cooperativa no favoritismo popular, inclusive o de preferência deles.

O jornalista Diego Emir tornou pública hoje, pesquisa do Instituto Prever, que mostra  o deputado federal Eduardo Braide como amplo favorito e pode ganhar as eleições no primeiro turno. A pesquisa também revela que os candidatos Welington do Curso e Adriano Sarney, que não fazem parte da cooperativa, com crescimentos bem aceitáveis, o que significa que a situação do governador e do prefeito perante o eleitorado é a pior possível com toda a sua cooperativa de candidatos, alguns dos quais sem expressão para a disputa.

A roubalheira no superfaturamento na compra de máscaras faciais pela prefeitura de São Luís através da Secretaria Municipal de Saúde causou um rombo de R$ 2,3 milhões nos recursos destinados pelo governo federal para a covid-19. A Polícia Federal e a CGU conseguiram identificar 19 elementos envolvidos na roubalheira com a participação do secretário Lula Fylho. A operação “Cobiça Fatal” atingiu também o prefeito Edivaldo Holanda Junior. O problema ficou pior, quando ele manteve no cargo o secretário envolvido na corrupção, o que pode ser interprestado como conivência.

O governador Flavio Dino que queria a todo custo ser o arauto da moralidade e da seriedade, muito embora todos nós saibamos da grande distância para tanto, queria ser o critico e professor do presidente Jair Bolsonaro, mas não demorou muito para se envolver nas compras de respiradores com o seu grupo de governadores em negociatas com pagamentos adiantados. O Maranhão entrou na picaretagem com mais R$ 9,3 milhões e dizem que a metade teria sido devolvida, mas apenas nas palavras. A negociata vai ser investigada e tem governador apavorados, afinal de contas para não ser bem objetivo e claro, no mínimo se trata de falta de seriedade, respeito e transparência para com o povo do Maranhão.

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