Panes nos ferry boats, colapso nos serviços e revolta com a omissão do Governo do Estado

A participação de tantas e tantas instituições capitaneadas pelo Governo do Estado, Assembleia Legislativa do Estado e Ministério Público para a solução do sério e grave problema dos serviços de ferry boat prestados por duas empresas que detêm o controle, de nada tem adiantado. Os riscos de acidentes são cada vez mais iminentes e mesmo com os constantes registros de problemas, de nada tem adiantado para que a Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos – MOB dê celeridade ao processo de licitação para a exploração dos serviços, que estaria previsto para começar a ser apreciado, a partir de novembro.

Se nos dias normais, se tornou um verdadeiro desafio para passageiros e empresários com negócios que precisam atravessar veículos entre a Ponta da Madeira e o Cujupe pela falta de regularidade dos serviços, avaliemos os problemas, como os que estamos vivendo neste final de semana de feriado prolongado. O problema se torna maior e revoltante, e o que se tornou uma prática, são vendas de passagens pelas duas empresas que detêm o controle dos serviços, e no horário do embarque não aparece o ferry boat e sem um mínimo discernimento, as empresas anunciam o adiamento da viagem e na maior cara de pau dizem que o ferry boat apresentou pane mecânica,

A revolta é muito grande e nesses momentos não está lá a MOB, para defender o direito dos usuários e se posicionar, muito pelo contrário, compactua com as atitudes irresponsáveis dos empresários, o que proporcionam suspeitas dos passageiros. A responsabilização do Governo do Estado é bastante acentuada por todos que têm os seus direitos preteridos. Diante dos constantes registros e por desconhecimento da existência de providências, se é que existem, a indignação  é expressada com muita intensidade pelos prejudicados.

O que tem ficado claro para as pessoas que precisam dos serviços de extrema necessidade, é que não existe uma decisão política e efetiva do Governo do Estado para o problema, mesmo dos sérios riscos de vida. Para muita gente, a questão da concorrência pública que seria nacional é uma questão para no mínimo mais um ano. A maior indignação e revolta que é demonstrada abertamente por usuários é que a postergação da concorrência pública, visa favorecer as duas empresas que exploram os serviços e assim a garantia de mais tempo para riscos de vida e uma esculhambação geral.

 

 

 

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