Omissão do poder público gera revolta na Ponta da Madeira com suspensão de viagem de ferry boat

Infelizmente não se pode negar sobre a impotência do Governo do Estado, do Ministério Público e da Assembleia Legislativa do Estado para resolver os sérios problemas que envolvem os serviços de passageiros e veículos, executados por duas empresas, totalmente incapacitadas por não terem ferry boat, que oferecem segurança mínima para quem é obrigado a utilizar os serviços por necessidade, principalmente negócios empresariais.

Já se vão muitos anos, muitas promessas, mas de nada adianta e infelizmente, quem tem necessidade de ir e vir através de ferry boat entre a Ponta da Madeira e o Cujupe, sabe perfeitamente que fazem uma plena aventura, diante dos sucessivos problemas causados em decorrência de embarcações sucateadas, que já colocaram em risco milhares de vida, principalmente nas vezes em que ficou a deriva e as pessoas com a embarcação foram salvas pela intervenção dos rebocadores do Porto do Itaqui. Existiram casos em que gritos e tentativas de pessoas de se jogar da embarcação já foram registrados, mas por falta de alternativas, e pela necessidade, os passageiros vivem constantemente a mercê da falta de uma atitude politica do Governo do Estado e da Assembleia Legislativa do Estado para acabar com os riscos de vidas de milhares de pessoas.

Hoje pela manhã na Ponta da Madeira foi registrada a maior esculhambação, quando centenas de passageiros e dezenas de veículos com passagens compradas e com horário definido da viagem para às nove horas, uma das duas empresas que exploram os serviços com bastante precariedade e riscos diários informou que a viagem estava suspensa devido o ferry boat ter apresentando uma pane mecânica e não havia outro da mesma empresa para fazer a substituição. Foi uma indignação geral e nomes de autoridades foram citadas como coniventes e responsáveis pelos problemas e que não tomam decisões para uma realidade e mudança geral, que já deveria ter ocorrido. Comenta-se, de que a tal concorrência pública nacional feita pela MOB, estaria sendo postergada em favorecimento das duas empresas que fazem atualmente as operações de transporte sem a mínima capacidade, numa demonstração de que as vidas das pessoas para eles de nada valem, ate que um acidente de grandes proporções venha a acontecer e a responsabilidade todos já sabem com antecipação.

 

 

 

 

 

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