Joaquim Haickel sobre a agressão dos candidatos da cooperativa de Flavio Dino a Eduardo Braide

  “Ontem aconteceu mais um debate entre candidatos a prefeito de São Luís, onde mais curioso é que estavam no debate seis daqueles candidatos que fazem parte de um consórcio montado pelo governo do estado, exclusivamente para tentar derrotar o sétimo candidato. Foi uma verdadeira armação, uma arapuca!

O que se viu foi um verdadeiro bate bola, um joguinho canalha de seis contra um. Acredito que a população de nossa cidade viu o que aconteceu e o que está acontecendo: uma cooperativa entre seis candidatos, na intenção de massacrar o sétimo candidato, coisa repudiada por toda a população.

Ninguém aguenta mais essa excrescência, e a resposta me parece que está sendo dada claramente pela população, quando se constata que a soma dos percentuais de Duarte, Neto, Bira, Rubens, Yglésio, e Jeisael, nas pesquisas de opinião, é menor que o percentual atingido por Braide.

A tentativa covarde de massacre a Braide, causa asco na população, que apoia cada vez mais esse candidato, fazendo com que ele só suba nas pesquisas.

Deveríamos ouvir as propostas de sete candidatos presentes, para que pudéssemos compará-las e julga-las. Mas como acontece sempre em eventos como este  o que se ouviu foi muito bla-bla-bla, promessas vazias e conversa pra boi dormir, coisas que a população não aguenta mais.”

Joaquim Haickel

 Sempre tive um acentuado respeito e admiração pelo escritor e político Joaquim Haickel, pelos seus posicionamentos críticos e as suas análises de conjunturas, que geralmente consegue fazer com isenção, muita seriedade e transparência, evitando o seu próprio posicionamento político partidário. O que me leva a divulgar a sua indignação crítica e bastante revoltante, é que infelizmente muitos candidatos ao tomarem posicionamento sujo como foi no Debate da Mirante, além de não terem um mínimo de respeito para com o povo e o eleitor, se mostraram efetivamente paus mandados. Chega! São Luís não merece mais desmandos, desrespeito, violência, subserviência e ambições escusas.

 Aldir Dantas

 

 

 

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