Governo silencia a morte dos temporários do Sistema Prisional e a Justiça do Trabalho pode fazer inspeção

              Infelizmente tiverem que ocorrer duas execuções de agentes temporários do Sistema Penitenciário do Maranhão para que os maranhenses viessem a tomar conhecimento da exploração de seres humanos pelo Governo do Estado, através de  serviços terceirizados, em que o contratado tem apenas deveres e vive em plena opressão marcante com o assédio moral.

Fui informado hoje, que alguns advogados teriam se prontificado a ajudar os terceirizados para que de imediato possam garantir os seus direitos quanto a insalubridade, adicional noturno e risco de vida, observada para quem trabalha em unidades prisionais. Uma das primeiras iniciativas seria solicitar uma inspeção de auditores da Justiça Trabalho para verificar de perto, as razões pelas quais a SEAP e o Governo do Estado deixam de cumprir um emanado da lei. Alguns advogados entendem que se trata de exploração aos terceirizados e a opressão é bem inerente ao assédio moral. Por necessidade de ter um emprego para sustentar a família, a maioria fica calada e sofre de maneira terrível, principalmente por terem que ser duros no exercício profissional com os presos de facções, daí as constantes ameaças. Há relatos que muitos terceirizados teriam mortos por ordens de dentro dos presídios, mas o próprio Sistema Penitenciário tem interesse em  desconhecer os problemas.

São constantes os conflitos internos entre facções, armas, celulares e drogas transitam nas unidades, existem mortes e fugas, que não se sabe se são apurados todos os casos. A superlotação é o maior fator de problemas, mas mesmo assim o Governo do Estado e o Tribunal de Justiça dão destaque para a tal ressocialização, eximindo-se dos sérios casos existentes no dia a dia do sistema prisional, principalmente na questão do direito.

Muitos agentes temporários estão sendo advertidos para que não participem de qualquer movimento, sob a pena de serem imediatamente postos na rua sem direitos, o que é uma prática habitual da SEAP. A maioria tem que recorrer a Justiça do Trabalho em busca dos seus direitos trabalhistas. A verdade é que dentro do Complexo Penitenciário de Pedrinhas existem inúmeras irregularidades, dentre as quais gente contratada que marca presença, mas é totalmente improdutivo e que tem a proteção de políticos ou do titular da pasta.

No Sistema Penitenciário do Maranhão existe uma república mineira bem crescente e muitos prestadores de serviços, importados pelo secretário Murilo Andrade, o homem que instituiu artes marciais dentro das unidades prisionais, que não prosperou. devido ele mesmo ter tornado público e foi obrigado a acabar com elas, por intervenção do Governo do Estado.

 

 

RAIMUNDO CESAR DE SOUZA MARTINS

Mais não se fala que o sistema tá no Rumo Certo uma grande falácia o Carandiru é logo Ali em Pedrinhas e nessa gestão macabra do queijo mineiro quem mesmo estão nas direções das unidades, que a cada ano a Seap premia para os diretores campeões viajarem sem nem um retorno pras unidades e quem tá morrendo e trabalhando quase de forma análoga a escravidão são os temporário auxiliares e agentes estes primeiros recebendo líquido 1400 reais quase um salário mínimo este congelado a praticamente 6 anos sem nenhuma perspectivas a não ser que os temporários se mobilizem como sempre alertei mova-$e ou Morra e foi preciso nossos colegas deixarem muitas dores para a sociedade tomar conhecimento de que este Rumo Certo só se for mineiro pq aos maranhenses tá brabo. E a gestão das unidades quem estão nelas mesmo ?

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