Flavio Dino quer herdar a cadeira que foi do pai na Academia Maranhense de Letras

O governador Flavio Dino decidiu se tornar imortal com o ingresso na Academia Maranhense de Letras, sendo que a sua candidatura passa necessariamente para herdar a vaga aberta com o passamento do jornalista e escritor Sálvio Dino, homem que independente de ter sido um importante político, foi brilhante como advogado e de princípios e valores, que o fizeram merecedor do respeito e admiração dos seus colegas acadêmicos, e era o pai do governador.

Flavio Dino entende que a sua candidatura é para herdar a vaga aberta com o passamento do pai e assim dar sequência a raízes familiares na Academia Maranhense de Letras, como se fosse herança, quando na verdade é para reunir escritores, literários e intelectuais maranhenses e radicados neste torrão natal, que construíram histórias e dimensionaram as letras, não apenas no Maranhão, mas no Brasil e no exterior e vivem em constantes produções, onde estão.

A campanha do governador é totalmente diferente das tradicionais em que o candidato vai até aos acadêmicos mostrar as suas obras, explicar as razões pelas quais almeja a AML e pedir o voto. No caso de Flavio Dino, a campanha é totalmente diferente, levando-se em conta que o comunista, tem um pequeno grupo de acadêmicos, que tenta reunir membros eleitores da academia num local escolhido pelos cabos eleitorais para uma reunião com Flavio Dino, quando não se sabe se ele pedirá o voto a cada um ou então, a simples presença seja a garantia do apoio e do voto.

As campanhas tradicionais são marcadas pelo candidato que vai em busca do voto, mas no caso de Flavio Dino ela muda totalmente, talvez pela metodologia comunista, mas a verdade é que a estratégia tem causado a repulsa da maioria dos membros da Academia Maranhense de Letras.

Fonte: AFD

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