Duarte Jr volta a ser aluno subserviente e defende o ICMS cobrado pelo professor nos combustíveis

O deputado estadual Duarte Jr, conhecido pelos seus exacerbados sofismas voltou à cena hoje, durante entrevista a Mirante, quando mostrou que embora a sua esposa seja a presidente do Procon, mas ele é quem dará as cartas na instituição e pelo visto de acordo com entendimentos com o governador Flavio Dino.

O seu objetivo maior de hoje foi de tentar mostrar que o ICMS de quase 30% cobrado pelo governo no consumo da gasolina não é o responsável pela elevação dos preços. Depois de questionado pelo entrevistador recuou e procurou justificar que os elevados tributos são para aplicação na educação, na saúde e no enfrentamento a pandemia.

Ele me fez lembrar as suas criações frágeis e muitas das quais vergonhosas, como a que destacou na campanha política, que a renovação da frota de transportes coletivos de São Luís, foi resultado da sua ação no Procon para a redução nos preços do óleo diesel, como se ele estivesse acima da Petrobrás. Na verdade, o que houve foi o alinhamento de preços de alguns postos, que inclusive não se sustentou por muito tempo e a bem da verdade é que a maioria das empresas compram combustíveis dos distribuidores, o que ratificou ainda mais a sua mentira.

Ele deve ser escalado pelo Palácio dos Leões para deturpar informações quanto a cobrança do ICMS nos combustíveis e criar sofismas com perturbações diversas para comandar efetivamente o Procon e fazer dele o carro chefe da sua campanha à reeleição, com o órgão público mais político do que é atualmente. Não duvidem que mesmo, como parlamentar vá para as ruas criar problemas e se realimente de mentiras para vomitar no plenário da Assembleia Legislativa do Estado e nas redes sociais. Ele logo voltará a ser novamente desmoralizado por vários deputados por falta de postura, valores e princípios éticos. Depois das lições de moral que levou dos deputados Cézar Pires, Yglésio Moyses e Neto Evangelista, para que tem um pouquinho de sentimento retornar ao parlamento era apenas para registrar presença, e se manter na própria insignificância, articulando mais mentiras e desagregações.

 

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