Com o avanço do coronavírus como ficarão os detentos dos presídios superlotados do Maranhão

São cada vez maiores as campanhas de prevenção a pandemia do coronvírus em todo o país. Instituições diversas nacionais e estaduais se movimentam bastante quanto a divulgação sobre as riscos de avanços da doença e da necessidade de restrições quanto aos hábitos de socialização das pessoas. Evitar reuniões com muita gente e participação em eventos de qualquer ordem, são observações feitas todos os dias pelos governos federal, estadual e municipal. Decorrente da verdadeira pressão feita com o propósito da prevenção, muita gente já se sente apavorada, diante da inexistência de qualquer medicamento para combate ao vírus.

Ainda é de desconhecimento público, quando as medidas que estão sendo colocadas em prática pelo Governo do Estado e pela Secretaria de Administração Penitenciária do Maranhão chegarão à população carcerária. O problema é da maior seriedade, haja vista que todas as unidades prisionais do Sistema Carcerário do Estado, enfrentam problemas sérios e graves de superlotação e com muitos presos vivendo em situação insalubre.

Os riscos também se estendem a todos os funcionários do sistema prisional, que em decorrência da realidade da superlotação são obrigados e fiscalizarem locais de concentração dos presos e expostos a contaminação.

São muitas as preocupações manifestadas pelos órgãos públicos quanto a evitar os riscos das pessoas serem atingidas pela doença, que dentro dos próprios recintos já são evitados cumprimentos, espaços maiores entre os servidores nos locais de trabalho, além de acesso bem maiores e com material suficiente para a higienização das mãos.

Todas as unidades prisionais do Maranhão são superlotadas, o que não é novidade para o governo do estado, para o ministério público e o judiciário. O que fazer diante de uma realidade séria e grave em que milhares de vidas de presos e de servidores públicos e terceirizados estão na mesma iminência de risco?

A informação já deveria ter sido socializada pelos órgãos públicos, antes que os familiares dos presos e das pessoas que trabalham nos locais, se manifestem como um princípio de direito de serem preservados da doença, em que a responsabilidade maior é das instituições do Poder Público.

Anne Araújoh

Essas pessoas que falam p deixar o preso lá , e que o coronavirus não demore chegar bem não tem familiares não tem filhos p andar desejando o mal p eles ” eles tbm são humanos e tenham famílias e filhos ” bando de miserável desejando o mal das pessoas….
Espero q tu nao chega ao menos aos 50 anos vivo mísera p largar de tá desejando o mal p as pessoas ” se eles estão lá certo erraram , mais tem muitos q estão lá que não desejam o mal … Deus te ama viiu

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