Aglomeração no banco Itaú da rua Grande é invisível à fiscalização sanitária e demais autoridades

Tenho procurado mostrar que os discursos das autoridades são totalmente diferentes das ações, quanto as questões inerentes ao enfrentamento à covid-19 no distanciamento social, uso de máscaras e aglomerações. Tenho procurado mostrar, que o poder público forma até força tarefa, quando se trata de fiscalizar bares, restaurantes e casas de eventos, que geralmente não são tão agressivos quanto a presença de números exagerados de pessoas em seus recintos, quando se faz uma comparação com as filas de bancos e se formos nos situar com os terminais, paradas e superlotações nos coletivos, a dimensão do problema não é tão grave com o que situamos acima.

O que suscita dúvidas é se tal interesse das instituições são as aplicações de multas nos estabelecimentos e no caso dos bancos não seria diferente, mas fica é a demonstração de falta de interesse com a omissão ou simplesmente favorecimento. Se for o caso, fica aquela história para os amigos e interesses aplica-se os favores da lei e para os demais os rigores da lei com doses de apertos constantes e deixa para lá, a covid-19.

E que adianta falar de superlotações de hospitais, dos riscos de colapso e da necessidade de distanciamentos sociais, usos de máscaras e evitar aglomerações, se o governo se omite a adotar providências na questão dos bancos e dos terminais, paradas e superlotação de coletivos, potenciais graves para contaminações.

Fonte: AFD

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