A falta dos recursos do Fundo de Combate ao Câncer intensifica a situação grave do Hospital Aldenora, diz Eduardo Braide

               O deputado federal Eduardo Braide voltou a se manifestar publicamente sobre os sérios problemas enfrentados pelo Hospital Aldenora Belo, que já teria suspenso mais de 100 cirurgias e a paralisação do serviço de pronto atendimento. Braide, que desde 2011 destina anualmente como parlamentar, emendas que contribuíram consideravelmente para a ampliação e melhorias de serviços a unidade hospitalar filantrópica e referência estadual no tratamento do câncer.

O deputado federal, quando no parlamento estadual foi o autor do projeto de lei que criou o Fundo Estadual de Combate ao Câncer, que recebe parte dos tributos pagos com a venda de cigarros e bebidas. Como o Hospital Aldenora Belo é responsável pelo atendimento de mais de 90% dos doentes do SUS e recebe um pouco mais de 10 reais por serviços de alta complexidade e geralmente 45 dias depois do encaminhamento das faturas, as suas dificuldades financeiras são sérias e graves, lembrando que a entidade recebe importantes doações que diminuem os problemas.

Eduardo Braide destaca, que se os recursos do Fundo Estadual de Combate ao Câncer fossem repassados mensalmente, não haveria crise grave para a suspensão de cirurgias e paralisação do serviço de pronto atendimento. O deputado com a sua plena sensibilidade, diz que o doente com câncer não pode esperar, e o sofrimento deles é muito grande e as suas famílias vivem constantemente fragilizadas. A suspensão de mais de 100 cirurgias e a paralisação dos serviços de pronto atendimento, não temos a plena dimensão dos sofrimentos dos doentes e familiares, os quais precisam de respeito as suas dignidades humanas e o direito a vida, daí é que há necessidade urgente do Governo do Estado repassar os recursos do Fundo Estadual de Combate ao Câncer.

Neste momento difícil e bastante dolorido, as diferenças políticas devem ser deixadas de lado e a união de esforços em favor das necessidades e da vida de muita gente pobre e humilde é a atitude mais digna e mais recomendável, afirmou Eduardo Braide.

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